quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
Filme - Um Natal Adoentado
Ficha Técnica
Filme produzido por: Joana Inácio e Marlene Diogo LEB A 3ºAno
Desenhos realizados por: Simão Diogo, 13 anos
Vozes:
Narrador - Simão Diogo, 13 anos
Pai Natal - Diogo Rodrigues, 13 anos
Leopoldina - Joana Inácio, 21 anos
Fada Mimi - Ricardo Pereira, 11 anos
Fada Kiara - Rafaela Pereira, 9 anos
O filme foi realizado com desenhos produzidos em folha de papel A4 com lápis de cor e posteriormente fotografados. As vozes foram gravadas com telemóvel e editadas no Windows Movie Maker e assim colocadas como música de fundo no Photo Story.
Um Natal adoentado
Era uma vez um Natal um pouco diferente na
Vila dos Brinquedos. O Pai Natal constipou-se e não consegue fazer a
distribuição dos presentes às crianças da Vila dos Brinquedos. Esta situação
deixou-o muito triste e preocupado, então decidiu pedir ajuda à sua amiga
Leopoldina e às fadas da Fábrica dos Brinquedos.
- Leopoldina, estou com um problema neste
Natal. – Diz o Pai-Natal preocupado.
- Então pai-Natal... O que se passa? – Pergunta
a Leopoldina.
- Eu e as minhas renas apanhámos muito
frio e agora estamos doentes, como vou fazer a entrega dos presentes? Como vou
conseguir chegar às crianças da Vila dos Brinquedos?
- Oh que chatice! Mas não te preocupes,
vou falar com as fadas da fábrica e vamos arranjar alguma solução. Não podemos
deixar as crianças sem presentes!
Quando a Leopoldina chegou à fábrica foi
logo procurar uma solução:
- Fada Kiara, este Natal vai ser
diferente! O Pai Natal e as renas ficaram doentes e precisam muito da nossa
ajuda! Por isso pensei que tu e a Fada Mimi poderiam fazer a entrega dos
presentes a todas as casas da Vila dos Brinquedos.
- Mas que boa ideia Leopoldina! Vamos ao
trabalho! – Diz a Fada Kiara entusiasmada.
Após uma longa conversa com o pai-Natal,
ficou decidido que a Leopoldina ficaria responsável pelos pedidos das crianças
e as fadas pela sua entrega.
Foram dias muito atarefados na Fábrica dos
Brinquedos. Presente para cá, presente para lá, cartas por todo o lado, não
podia faltar nada para a noite de Natal.
- Leopoldina, tudo a postos? – Pergunta o
Pai-Natal.
- Tudo pronto Pai-Natal, os presentes
estão embrulhados e as fadas estão prontas para a sua distribuição.
Quando chegou o tão desejado dia...
- Leopoldina, Leopoldina, as asas da fada
Mimi não estão a funcionar. O que fazemos agora? – avisa a Fada Kiara muito
preocupada.
- Oh não! Está quase na hora! – Diz a
Leopoldina.
- E se lhe déssemos o biscoito mágico de
Natal? – Pergunta a Fada Kiara.
- Boa ideia! Vamos a isso! – Diz a
Leopoldina.
Ao comer o biscoito, a Fada Mimi voltou a
voar. E muito contente diz:
- YEEEY, já posso voar e ajudar na entrega
dos presentes!
E assim se fez a entrega dos presentes na
Vila dos Brinquedos. Sabemos agora que com a união e o trabalho de equipa tudo
se torna mais fácil.
sábado, 17 de dezembro de 2016
Atividade 3- Ilha das Cores
A emissão de televisão que
decidimos escolher chama-se Ilha das Cores. Uma série televisiva infantil, mais
propriamente para crianças em idade pré-escolar, entre os 2 e os 6 anos,
transmitida na RTP 2 desde 7 de Maio de 2007. Em 2009 foi lançada uma nova
temporada em que houve algumas alterações a nível de elenco, sendo que
atualmente já não é exibida. A Ilha das Cores é uma coletânea de 80 episódios
com cerca de 25 minutos cada. Todos os episódios são compostos por imagens reais, desenhos animados e bonecos manipulados,
permitindo de forma divertida, e em contacto com a realidade diversas
aprendizagens adequadas às necessidades em idade pré-escolar. Essas mesmas
aprendizagens são transmitidas através de músicas, atividades e episódios com
muita cor, paisagens e vocabulário adequado à idade das crianças. A Ilha das
Cores tinha 2 emissões no período da manhã (às 08:00h e às 12:15h), uma à
tarde (16h) e uma emissão à noite (19:30h).
As nossas atividades são
referentes a alguns desses episódios que foram transmitidos pela RTP 2 na Ilha
das Cores. Mais especificamente, eram uma coletânea de episódios em que em cada
um deles tratava uma letra do abecedário através de desenhos, frases, contando
uma história ou utilizando vocabulário com essa mesma letra (Exemplo com a
letra V: “A Vanda e o Vasco foram passear ao Vale Verde, para ver as vacas, ao
pé de um campo de violetas e encontraram um ninho de vespas” …). Estes pequenos episódios com as letras do
abecedário eram bastante pedagógicos e permitiam desenvolver diversos
ensinamentos para a aprendizagem da Língua Portuguesa. Pois, para além de
retratar as letras, trabalha também os diferentes sons que estas podem ter ao dizerem
diversas palavras, termos ou expressões com cada uma das letras do abecedário.
Promovem o conhecimento de diverso vocabulário do dia-a-dia, a escrita é também
um conteúdo da língua portuguesa que se pode desenvolver nestes episódios, uma
vez que todas as palavras começadas pela letra que o episódio pretendia
trabalhar apareciam escritas, trabalhando assim, para os mais crescidos, a
leitura. Ou seja, estes episódios permitem às crianças de pré-escolar, mas
sobretudo, do 1º e 2º ano o conhecimento das letras, dos sons das letras, de vocabulário e uma aprendizagem da
escrita e da leitura de palavras, de uma forma mais lúdica e divertida.
Atividades para o 1º ano
Atividade Oral:
Para a atividade oral pensámos em fazer um
jogo de mimica em que existiam cartões com as letras do abecedário (uma letra
em cada cartão) e um par de crianças de cada vez ia representar a letra. Isto
é, uma criança tirava um cartão com a letra D, sendo que não podia ver qual
era, e a outra teria que imitar alguém ou alguma coisa cujo nome começasse pela
letra D e assim a primeira criança poderia adivinhar qual era a letra em jogo.
Este jogo tem como objetivo trabalhar a aprendizagem das letras através de uma
atividade lúdica e divertida, de modo a cativar as crianças.
Atividade Escrita:
Após o visionamento de um dos episódios, a
atividade seria referente à letra desse mesmo episódio e, neste caso destinada
a crianças de 1º e 2º ano. A atividade consiste na realização de uma pequena e
simples ficha com exercícios para a letra apresentada no episódio. O primeiro
exercício colocávamos várias imagens com as palavras escritas em baixo e as
crianças teriam que circular as que correspondiam à letra do episódio visionado
(Exemplo com letra S: Sapo, Cavalo, qual destas palavras é com a letra S e
aparece no episódio?). O segundo exercício colocávamos uma imagem com a legenda
em que eles tinham que escrever a letra que faltava que seria a retratada no
episódio (Exemplo com a letra B: colocava-se a imagem de uma banana e a legenda
seria _ANANA; imagem de um bombeiro e a legenda seria _OM_EIRO). No último
exercício colocávamos várias bolas com várias letras e as crianças teriam que
formar uma palavra iniciada com a letra do episódio (Exemplo P: a, p, o, e, t,
b, m com estas letras a palavra seria pato; o, i, p, s, m, a, t, com estas
letras a palavra seria pai).
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Timeline- SlateBox
Linhas do tempo ou timeline, em inglês, é uma
ferramenta que permite visualizar uma lista de eventos em ordem cronológica.
Surgem como uma espécie de desenho gráfico constituído por vários ramos, pois
uma timeline pode ser composta por diversos eventos sejam eles de que tipo
forem (eventos pessoais, históricos, da natureza, etc). As linhas de tempo
podem ser em texto, com números, datas e imagens, dependendo do assunto ou
evento que se pretende mapear. São muito úteis em diversas áreas como na
educação, história, entre outras. Na educação pode ajudar os estudantes ou até
mesmo os professores a estabelecer relações dos eventos num determinado assunto, como por
exemplo na criação de uma timeline para os aniversários das crianças ou alunos
da sala.
A professora pediu-nos que encontrássemos uma ferramenta
online para criar linhas de tempo. Ao irmos procurar encontrámos o
SlateBox, uma ferramenta online, gratuita e sem ser necessário criar conta. Ao
explorarmos essa mesma ferramenta constatamos que é bastante prática e simples
de utilizar.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Concurso "Conta-nos uma história"
O Concurso "Conta-nos uma história" surgiu como iniciativa do Ministério da Educação, com o apoio da Rede de Bibliotecas Escolares e do PNL, e mais recentemente em conjunto com a Microsoft e a Associação Portuguesa de Professores de Inglês (APPI).
O concurso consiste na concretização de projetos realizados em contexto Pré-escolar e 1º ciclo do Ensino Básico, fomentando a utilização das novas tecnologias, particularmente a gravação de áudio e vídeo. Entende-se que o facto de se contar histórias às crianças, tem um papel bastante importante no desenvolvimento das suas aprendizagens, a nível da educação e ensino.
A realização das histórias podem ser baseadas em fábulas, parábolas, contos, mitos ou lendas e etc, ou então histórias criadas pelas próprias crianças.
O site referente a este concurso está bastante acessível às necessidades de quem quer participar, uma vez que disponibiliza todas as histórias congratuladas em anos anteriores, tanto em áudio como em vídeo.
O site referente a este concurso está bastante acessível às necessidades de quem quer participar, uma vez que disponibiliza todas as histórias congratuladas em anos anteriores, tanto em áudio como em vídeo.
domingo, 4 de dezembro de 2016
Relatório de análise de resultados do Formulário sobre a Segurança na Internet
No âmbito da unidade curricular de LPTIC foi-nos solicitada
a realização de um formulário que tivesse por base a segurança na Internet. O
formulário foi realizado por nós (Joana Inácio e Marlene Diogo), tendo como
público-alvo algumas colegas da turma. Este tem como objetivos averiguar as
normas de segurança utilizadas pelas colegas, a que nível se sentem seguras e
os cuidados que têm na sua utilização.
Após a análise dos resultados do nosso formulário obtivemos
9 respostas. Pelo que a média de idades dos inquiridos é de 22,7, indo desde os
20 aos 29 anos, e a percentagem de inquiridos do sexo feminino é de 100%. A
esmagadora maioria das colegas são do distrito de Setúbal.
Quanto ao nível de segurança na utilização de computadores
públicos, apenas uma pessoa não utiliza, as restantes utilizam na escola e
dizem ter alguns cuidados na utilização dos mesmos. Sendo que grande parte não
deixa nenhuma conta pessoa aberta, têm o cuidado de eliminar o histórico e não
deixam nenhuma palavra passe memorizada. De acordo com os resultados,
relativamente às normas de segurança utilizadas, a esmagadora maioria utiliza
antivírus no seu computador pessoal, sendo que apenas uma das inquiridas não
utiliza antivírus gratuito.
Na secção das compras online, apurámos que 55,6% das pessoas
fazem ou já fizeram compras na Internet, pelo que grande parte faz compras a
nível nacional, as que fazem compras a nível internacional utilizam
maioritariamente o Ebay e o Aliexpress. Esta percentagem de pessoas que fazem
ou já fizeram compras online sentem-se seguras ao fazê-lo, averiguando sempre
se o site e/ou loja online é fidedigno e se a forma de pagamento é fiável.
Por último, no capítulo das redes sociais, verificámos que
100% das colegas utilizam redes sociais, sendo que esta percentagem utiliza
Facebook e Instagram. Quanto ao tempo despendido, há uma pessoa que utiliza
menos de uma hora diária as Redes Sociais e algumas que alcançam as seis horas.
A média de tempo utilizado nas redes sociais é de 3 horas. A grande maioria
sente-se segura na sua utilização, utilizando perfil privado e tendo atenção à
informação pessoal partilhada. Apenas uma pessoa já foi prejudicada pelo uso de
redes sociais com roubo de fotografias de perfil e criação de perfil falso.
Com a realização deste formulário podemos analisar alguns
fatores referentes à utilização da internet, bem como a segurança da mesma.
Concluindo que as nossas inquiridas, de uma forma geral, adotam medidas de
segurança com os seus computadores pessoais e aquando utilização de
computadores públicos. Os cuidados principais passa pelo uso de antivírus
grátis, não ter passes memorizadas e não deixar contas abertas. Podemos também
concluir, após análise de resultados, que grande parte das inquiridas faz
compras na internet a nível nacional e sente-se segura ao realizá-las, uma vez
que adotam determinadas medidas de segurança. Relativamente ao uso de redes
sociais, todas utilizam diversas redes sociais, sendo as mais comuns o facebook
e o instagram. A maior parte, à exceção de uma pessoa, sente-se segura ao
utilizar as redes sociais, em que para proteger a sua privacidade têm alguns
cuidados, como ter o perfil privado (77.8%) e ter em atenção a informação
disponibilizada nas mesmas. Ou seja, de forma geral, concluímos que as nossas
inquiridas adotam algumas medidas de segurança, tendo alguns cuidados com os
seus computadores e na utilização da internet considerando que esta é segura,
quer a nível de compras online, quer a nível das redes sociais, sendo estes os
fatores que pretendíamos analisar.segunda-feira, 28 de novembro de 2016
2ª Reflexão - Segurança na Internet (Marlene Diogo)
A Internet, atualmente, está bastante presente na vida das pessoas,
nomeadamente na de quem faz compras online. Nestes casos, a segurança na
Internet é um fator importante na sua utilização, uma vez que estando dispostos
a certos riscos, como a utilização de dados, precisam de certificar se os sites
onde efetuam as compras são fidedignos, se há bons antecedentes, se conhecem
alguém que já tenha utilizado um certo site antes, etc.
Muitas vezes, ao expormos os nossos dados pessoais na Internet, estamos a
ter alguns comportamentos de risco, isto se não estivermos bem informados a
cerca de alguns sites, quer de compras online quer até as próprias redes
sociais. E assim, corremos o risco de sermos burlados, conseguindo perceber
que "este é o lado negro da Internet das Coisas que vem
amplificar, muito, um dos principais perigos tecnológicos que, já hoje, afeta
pessoas e organizações" (Pedro Miguel Oliveira, 2016).
Nos dias de hoje cada vez mais são os dispositivos eletrónicos que existem
para serem ligados à Internet, sendo que na maioria das vezes um simples
telemóvel pode ter várias funções na vida pessoal e profissional de uma pessoa,
ou seja, está tudo à distância de um simples clique. A prova disso é o que diz
a Kaspersky: “O número de diapositivos que podemos ligar à Internet tem vindo a
aumentar, trazendo um sem número de vantagens, mas também é verdade que, tal
como acontece com outras tecnologias recentes, há riscos associados, ou pelo
menos alguns cuidados a ter na sua utilização.” Muitas pessoas utilizam os
smartphones como instrumentos de trabalho ao invés de utilizarem computadores,
que muitas vezes se tornam incómodos ao uso em locais públicos, como
transportes públicos, cafés, restaurantes, e o telemóvel, sendo um aparelho
normalmente pequeno, torna-se mais acessível e cómodo à sua utilização.
Cada vez mais, desde novos, começamos logo a ter contacto com as novas
tecnologias. Por vezes, as próprias crianças quando jogam online e não sabem
ainda ler têm tendência para clicar em sítios que não devem e podem ter acesso
a alguns conteúdos menos adequados à sua idade e até às compras dos jogos, uma
vez que existem jogos em que se compram vidas e novos níveis. Uma criança que
não tenha noção do que está a fazer vai achar engraçado e vai clicar em tudo o
que vê, sendo que muitas vezes a publicidade é chamativa às crianças e assim
elas pensam que podem ver tudo o que aparece, sem terem noção do perigo. Por
isso, é importante que se utilizem senhas nos tablets, computadores e
smartphones que estão ao alcance das crianças. Estas senhas podem dar acesso ao
próprio aparelho, podem ser utilizadas quando se abre uma nova janela, quando
se abrem sites desapropriados, porém estas senhas não protegem a 100% as
crianças, pelo que se deve encontrar sempre um adulto por perto para poder
controlar e auxiliar caso necessário a utilização das novas tecnologias pelas
crianças.
Com tudo isto concluí que cada vez mais, devemos ter todo o cuidado quando
navegamos na Internet e quando a utilizamos para outros fins, que não o lazer.
Estarmos atentos ao género de sites e ao seu procedimento de utilização de
dados e informações pessoais, já é um passo importante de segurança na
Internet. A Internet hoje em dia é uma das formas de comunicação mais
utilizadas, pelo que muitas pessoas se sujeitam a certos perigos como encontros
com pessoas que apenas conhecem virtualmente, o roubo de identidade que é hoje
em dia um dos maiores problemas das redes sociais, uma vez que constantemente
expomos a nossa vida pessoal, social e profissional nessas redes. Devemos ter
cuidado com o que partilhamos, pois como foi dito na aula dinamizada pelo
professor João Torres, uma vez colocada na Internet e ainda que seja eliminada,
a informação por nós partilhada jamais sairá da rede online, e qualquer pessoa
que tenha esse objetivo, consegue ter acesso a qualquer informação sobre
qualquer pessoa, exemplo disso é o vídeo que se encontra no Youtube “Vidente adivinha
com base nas redes sociais”. Não existe nenhum vidente, aquela pessoa apenas
juntou todo o tipo de informação encontrada na rede social Facebook para
conseguir descobrir os hábitos de vida de algumas pessoas de diversas
nacionalidades. Como diz Mia Couto “Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor
tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta
estrada. E nunca nos visitamos tão pouco.” (in O surfista e a onda: fraude
na internet)
Bibliografia:
Oliveira, Pedro Miguel (2016), Quem vigia a Internet de Todas as
Coisas?, Online disponível em http://exameinformatica.sapo.pt/opiniao/2016-11-16-Quem-vigia-a-Internet-de-Todas-as-Coisas-
Sem Autor (2016), Internet das Coisas tem muitos benefícios mas
deve ser usada com algum cuidado, Online, disponível
em http://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigo/internet_das_coisas_tem_muitos_beneficios_mas_deve_ser_usada_com_algum_cuidado-49539ust.html
Reflexão nº2: Segurança na Internet (Joana Inácio)
A evolução da Internet, das
tecnologias de informação e comunicação e de dispositivos ligados à Internet
está a aumentar de dia para dia, permitindo inúmeras vantagens, mas também traz
riscos associados aos mesmos, sobretudo, a nível de segurança e os cuidados a
ter com a sua utilização.
Com a leitura dos diversos textos
de imprensa sugeridos pelo professor, apercebo-me que existem inúmeras falhas
de segurança na Internet, falhas essas que nos expõem e que por mais que
tentemos controlar torna-se quase impossível. No entanto, tal como é referido
no texto “O surfista e a onda: fraude na
internet” de Paulo Vasconcelos, muitas dessas falhas ou ameaças de
segurança quem as comete somos nós, ao termos determinadas práticas, e não os hackers, os piratas informáticos ou
“organizações criminosas”. Somos nós que devemos ter em atenção ao que
publicamos, os dados que expomos ou facultamos, os sites ou links em que entramos, a forma como nos expomos, através
de, por exemplo, fotografias. É certo que, tal como é referido no texto de
imprensa “Não são apenas as celebridades
que estão a nu na internet” de Vítor Belanciano, ninguém tem o direito de
violar a privacidade, seja de quem for, mas, a meu ver, devemos adotar certos
cuidado, de forma a fazer frente aos riscos e à falta de segurança existente,
como o não publicar
fotografias e/ou vídeos comprometedores, a “entrega
de dados e, consequentemente, a partilha de informação relevante a propósito de
cada um” (Vasconcelos,
Paulo; 2016).
O acesso e a venda de dados com
informação relevante e confidencial é cada vez mais comum nos dias que
decorrem. Já para não falar da facilidade com que isto é feito pelos hackers, piratas informáticos, empresas
e/ou organizações. Não tinha noção que o mundo das tecnologias pudesse ser tão
perigoso, ou referindo-me, sobretudo, à segurança não imaginava que houvesse
tão pouca segurança ou tanta forma de a contrariar. Ou talvez, já todos
tenhamos alguma noção, “mas ainda não materializamos que estamos expostos mesmo
quando julgamos que estamos a ser discretos” (Vasconcelos, Paulo; 2016). Por
exemplo, tal como é mencionado no texto de Paulo Vasconcelos, os nossos smartphones para
além de telefones, são máquinas com grande capacidade de cálculo e de
comunicação que podem ser usados para atacar outros dispositivos; a câmara do nosso computador ou de um smartphone pode se tornar bastante
perigosa, ao captar tudo o que estamos a fazer; a televisão, que para nós é um
aparelho simples e sem perigos de segurança ao utilizarmos, pode também emitir
informação para fora; as nossas fotos, vídeos estão armazenados em locais
desconhecidos por nós. Tudo isto são elementos que, antes da leitura destes
documentos, considerava seguros e sem grandes vulnerabilidades de segurança.
Nunca tinha refletido muito acerca
da segurança na internet e os riscos associados com a sua utilização. Cada vez
mais, somos quase obrigados a aceder à Internet, a utilizar tecnologias da
informação e comunicação, a utilizar dispositivos que ganham conectividade, sem
termos muito a noção da quantidade de vulnerabilidades que estas apresentam,
face à segurança da sua utilização e a facilidade com que os hackers podem explorar todas essas vulnerabilidades
ao mesmo tempo. O que acontece é que todos nós utilizamos a Internet
acreditando que controlamos tudo, mas, o que é certo, é que cada vez se torna
mais difícil conseguir lutar contra a questão da insegurança, tal como é
mencionado por Paulo Vasconcelos.
Chego
à conclusão que, apesar de todos os benefícios e utilidades que a Internet nos
permite, é preciso ter em mente que “o mercado negro
de venda de falhas de segurança informática é, provavelmente, um dos mais
ativos e lucrativos do mundo” (Oliveira, Pedro Miguel; 2016), daí
adaptarmos determinadas práticas de modo a não por, tanto, em risco a nossa
segurança e privacidade. Tais como: “as melhores
práticas parecem ser, para além do bom senso e juízo na utilização da
tecnologia, a manutenção dos equipamentos o mais atualizados possível para que
falhas de segurança vão sendo reparadas” (Vasconcelos,
Paulo; 2016), não nos expormos com tanta facilidade seja através de
fotográficas, vídeos ou dados pessoais comprometedores.
Bibliografia
·
Belanciano,
V. (3 de Setembro de 2014). Não são apenas as celebridades que estão a nu
na internet. Obtido de Publico:
https://www.publico.pt/2014/09/03/culturaipsilon/noticia/nao-sao-apenas-as-celebridades-que-estao-a-nu-na-internet-1668563
·
Internet das Coisas tem muitos benefícios mas deve ser
usada com algum cuidado. (11 de Novembro de 2016). Obtido de SapoTEK:
http://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigo/internet_das_coisas_tem_muitos_beneficios_mas_deve_ser_usada_com_algum_cuidado-49539ust.html
·
Oliveira, P. M. (16 de Novembro de 2016). Quem vigia a
Internet de Todas as Coisas? Obtido de EXAME INFORMÁTICA:
http://exameinformatica.sapo.pt/opiniao/2016-11-16-Quem-vigia-a-Internet-de-Todas-as-Coisas-
·
Vasconcelos, P. (3 de Novembro de 2016). O surfista e a
onda: fraude na internet. Obtido de Visão:
http://visao.sapo.pt/opiniao/silnciodafraude/2016-11-03-O-surfista-e-a-onda-fraude-na-internet
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Segurança na Internet
O Formulário é uma ferramenta bastante útil e prática, disponibilizada pelo Google, para o dia-a-dia, principalmente para trabalhos académicos, sendo que é muito fácil chegar a outras pessoas através do endereço (link).
domingo, 30 de outubro de 2016
TUX PAINT
O Tux Paint pode ser visto como um programa de carácter educativo para crianças, pois permite que estas trabalhem as cores, as formas geométricas, os padrões e a escrita de forma lúdica e dinâmica. Uma vez que é composto por diversas ferramentas, como por exemplo: linhas, formas, carimbos, desenhos para colorir, imagens com padrão, etc, o Tux Paint permite estimular a criatividade das próprias crianças.
Este programa, sendo simples e acessível faz com que as crianças o explorem e possam criar, colorir e até escrever o que desejarem. Pode ser utilizado como apoio ou complemento para trabalhar as características da pintura, as figuras geométricas e ainda trabalhar a escrita de uma forma diferente e mais divertida para quem o utilizar.
STRIPGENERATOR - Banda Desenhada
Na aula do dia 26 de outubro, a docente pediu que explorássemos a aplicação Stripgenerator.
Esta aplicação, serve para criar pequenas bandas desenhadas à nossa escolha e disponibiliza diversas figuras animadas, tais como objetos, "bonecos" e balões de conversação/pensamento.
O Stripgenerator estimula a criatividade das crianças, ainda que limite um pouco em termos de cores, pois grande parte das imagens são pretas e "assustadoras" o que pode levar a criança a criar uma banda desenhada de "terror".
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
O jogo educativo online
No âmbito da Unidade Curricular Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação, foi-nos solicitado pela professora Maria Rosário Rodrigues, um texto sobre o jogo educativo por nós escolhido onde estivesse presente uma reflexão a cerca do mesmo, que fosse apoiada nos documentos fornecidos na plataforma Moodle.
As discentes,
Joana Inácio
Marlene Diogo
LEB A 3ºAno
As discentes,
Joana Inácio
Marlene Diogo
LEB A 3ºAno
terça-feira, 11 de outubro de 2016
A integração das TIC no processo de ensino-aprendizagem: uma opção ou uma necessidade?
Já há vários anos que
as novas tecnologias foram enraizadas no nosso dia-a-dia e em toda a sociedade
com as mais diversas funções. No entanto, é vista positivamente por uma parte
da sociedade mas também de um ponto de vista negativo por parte de alguma população.
Isto acontece, sobretudo, quando se fala das Novas Tecnologias na Educação e da
sua relação. Tal como foi referenciado pelo professor e adjunto da área da
Filosofia e das TIC João Paz, ainda há uma grande resistência no uso das Novas
Tecnologias e das TIC por parte dos professores da geração mais antiga. Já por
parte dos alunos a atitude difere bastante, pois as novas tecnologias já fazem
parte do seu ambiente social, lúdico e de formação, tal como referiu o
professor João Paz. O mesmo acontece aos professores atuais, cuja formação foi
imersa nas novas tecnologias de informação e comunicação.
Sabendo que as TIC são
consideradas um meio de acesso à informação e comunicação através de texto,
imagem, som e etc, podemos reparar que tanto pode ter benefícios como contras
na sua utilização na Educação, pois tal como a professora Patrícia Fidalgo
afirmou, as TIC proporcionam uma maior variedade de estratégias de ensinar e
aprender, em que os alunos são vistos como produtores do seu próprio saber e do
seu processo de ensino, permitindo-lhes uma maior autonomia e uma
autoaprendizagem. Contudo, tem também os seus contras, nos quais os professores
devem ter em atenção. Exemplo disso é o caso da heterogeneidade das atuais
turmas, que podem ser compostas por alunos que estão completamente à vontade e
apresentam competências na utilização das TIC, como também, podem ter alunos
com algumas dificuldades, tornando-se para eles um obstáculo a utilização das
mesmas, tal como referiu a professora Patrícia Fidalgo. Cabe aos docentes ter
em atenção as diversas situações existentes na turma, e criar métodos que
permitam ajudar esses mesmos alunos. Como respeitar os tempos de cada aluno de
aprendizagem de competências, criar metodologias que estimulem o seu autoconhecimento
e, ainda, disponibilizar os recursos tecnológicos aos alunos. No entanto, para
que as TIC sejam realmente úteis no processo de ensino-aprendizagem, é
necessário que os alunos adquiram um conhecimento e um “grau mínimo de
literacia” (Patrícia, Fidalgo, 2009. “O ensino e as TIC” em ambientes
tecnológicos, de modo a conseguirem ultrapassar as suas dificuldades e fazer
frente às exigências da utilização das TIC na Educação, apesar de muitos dos
jovens já terem crescido rodeados de novas tecnologias.
As TIC desempenham um
papel bastante proveitoso na Educação, com várias competências pedagógicas, sendo
para nós e respondendo à questão chave, uma necessidade no processo de
ensino-aprendizagem nos dias que decorrem. Pois as variadíssimas utilidades que
estas podem ter, e que tornam muito mais simples e rápido o acesso à
informação, promovendo também uma dinamização sem antecedentes das aulas e uma
enorme variedade de situações de aprendizagem, veio facilitar o trabalho do
professor, bem como do aluno. O uso de plataformas online (Ex: Moodle), redes
de blogues, os quadros interativos, os projetores de vídeo, a televisão, a
Internet, o Programa E-escolas são tudo exemplos de recursos associados às TIC
e que permitem “um envolvimento bastante positivo de todos os intervenientes
num processo de ensino e aprendizagem” (Patrícia, Fidalgo, 2009. “O ensino e as
TIC”), em que os alunos interagem e participam de forma ativa e criativa na
construção do seu próprio saber, tal como podemos perceber do testemunho do
professor João Paz.
As TIC permitem que,
por vezes, os alunos desempenhem o papel de professores, em que o professor deve
ter um papel de mediador, ou seja, tem a função de manter um equilíbrio entre
as matérias e temas que devem ser por ele ensinadas e entre o que os alunos
devem pesquisar e trabalhar, através das TIC, de forma autónoma ou com o
auxílio do professor. Com isto, faz com que haja uma partilha de ideias entre o
professor e os alunos, e permite uma maior autonomia dos alunos pesquizarem e
obterem informação acerca de temas educativos, estimulando, assim, o seu
próprio conhecimento de uma forma mais criativa e interessante para eles.
As novas tecnologias da
informação e comunicação têm vindo a evoluir e a desempenhar um papel cada vez
mais necessário na nossa sociedade, sobretudo, a nível da educação. E, cabe às
escolas, aos professores e aos pais evoluírem também nesse sentido, para que
proporcionem aos alunos uma maior variedade de estratégias de aprendizagem e de
aquisição de conhecimentos, tal como refere a professora Patrícia Fidalgo. A
escola passa a ser um espaço onde a partilha de saberes reina e, onde os alunos
são expostos a uma enorme quantidade de informação, e com variadíssimas
estratégias de trabalho em que devem perceber qual a melhor estratégia ou quais
as informações necessárias que lhes são úteis, como escolher quais os melhores
instrumentos ou ferramentas de suporte à produção e apresentação de trabalhos,
como apoio da comunicação, etc. Ou seja, na nossa opinião, as TIC na educação,
tornaram-se uma necessidade no processo de ensino-aprendizagem, nos dias de
hoje, tornando crianças e jovens em adultos autónomos, com espirito crítico e
preparados paras trabalhar e lidar com as variadíssimas estratégias que as TIC
permitem.
______________________________________________________________________
Referências bibliográficas:
DIAS DE FIGUEIREDO, António (2000). "Novos media
e nova aprendizagem" in Novo conhecimento, nova aprendizagem. Lisboa:
Fundação Calouste Gulbenkian.
FIDALGO, Patrícia (2009). “O Ensino e as Tecnologias
da Informação e Comunicação” in www.setubalnarede.pt
PAZ, João (2008). “Educação e Novas Tecnologias” in
www.setubalnarede.pt
Ponte,
J. P. (2002). Universidade de Lisboa. Obtido de Repositório:
http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/4202/1/02-Ponte%20%28TIC-INAFOP%29.pdf
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
O Blog
Segundo a educadora Ádila Faria, o blog é uma ferramenta de publicação de conteúdos e um meio de comunicação que permite a realização de projetos de colaboração e partilha, mantendo sempre o contacto com a comunidade quer local quer internacional. Já a professora Clara Pereira Coutinho descreve o blog como um website simples com mensagens organizadas, baseado em ferramentas que "facilitam a criação, a edição e a manutenção de uma página" (Clara Pereira Coutinho, 2006, p. 3).
Relativamente à sua utilização a nível educativo, a educadora Ádila Faria considera que o blog pode ser utilizado como um espaço de diálogo, reflexão e partilha de ideias, bem como um espaço de aproximação às famílias e à comunidade em geral. Clara Pereira Coutinho partilha a mesma ideia, acrescentando que pode ser utilizado como um espaço de comunicação em ambientes b-learning, como portefólio digital e ainda um espaço em que os alunos podem ter acesso à informação disponibilizada pelo professor e vice-versa.
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Faria, Á. (2008). Educom. Obtido de EFT -
Educação, Formação & Tecnologias:
http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/1/22
Coutinho, C. P. (Outubro de 2006). UMinho.
Obtido de RepositóriUM:
http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/6455/1/Artigo%20blogs%20SIIE06.pdf
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