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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
Filme - Um Natal Adoentado
Ficha Técnica
Filme produzido por: Joana Inácio e Marlene Diogo LEB A 3ºAno
Desenhos realizados por: Simão Diogo, 13 anos
Vozes:
Narrador - Simão Diogo, 13 anos
Pai Natal - Diogo Rodrigues, 13 anos
Leopoldina - Joana Inácio, 21 anos
Fada Mimi - Ricardo Pereira, 11 anos
Fada Kiara - Rafaela Pereira, 9 anos
O filme foi realizado com desenhos produzidos em folha de papel A4 com lápis de cor e posteriormente fotografados. As vozes foram gravadas com telemóvel e editadas no Windows Movie Maker e assim colocadas como música de fundo no Photo Story.
Um Natal adoentado
Era uma vez um Natal um pouco diferente na
Vila dos Brinquedos. O Pai Natal constipou-se e não consegue fazer a
distribuição dos presentes às crianças da Vila dos Brinquedos. Esta situação
deixou-o muito triste e preocupado, então decidiu pedir ajuda à sua amiga
Leopoldina e às fadas da Fábrica dos Brinquedos.
- Leopoldina, estou com um problema neste
Natal. – Diz o Pai-Natal preocupado.
- Então pai-Natal... O que se passa? – Pergunta
a Leopoldina.
- Eu e as minhas renas apanhámos muito
frio e agora estamos doentes, como vou fazer a entrega dos presentes? Como vou
conseguir chegar às crianças da Vila dos Brinquedos?
- Oh que chatice! Mas não te preocupes,
vou falar com as fadas da fábrica e vamos arranjar alguma solução. Não podemos
deixar as crianças sem presentes!
Quando a Leopoldina chegou à fábrica foi
logo procurar uma solução:
- Fada Kiara, este Natal vai ser
diferente! O Pai Natal e as renas ficaram doentes e precisam muito da nossa
ajuda! Por isso pensei que tu e a Fada Mimi poderiam fazer a entrega dos
presentes a todas as casas da Vila dos Brinquedos.
- Mas que boa ideia Leopoldina! Vamos ao
trabalho! – Diz a Fada Kiara entusiasmada.
Após uma longa conversa com o pai-Natal,
ficou decidido que a Leopoldina ficaria responsável pelos pedidos das crianças
e as fadas pela sua entrega.
Foram dias muito atarefados na Fábrica dos
Brinquedos. Presente para cá, presente para lá, cartas por todo o lado, não
podia faltar nada para a noite de Natal.
- Leopoldina, tudo a postos? – Pergunta o
Pai-Natal.
- Tudo pronto Pai-Natal, os presentes
estão embrulhados e as fadas estão prontas para a sua distribuição.
Quando chegou o tão desejado dia...
- Leopoldina, Leopoldina, as asas da fada
Mimi não estão a funcionar. O que fazemos agora? – avisa a Fada Kiara muito
preocupada.
- Oh não! Está quase na hora! – Diz a
Leopoldina.
- E se lhe déssemos o biscoito mágico de
Natal? – Pergunta a Fada Kiara.
- Boa ideia! Vamos a isso! – Diz a
Leopoldina.
Ao comer o biscoito, a Fada Mimi voltou a
voar. E muito contente diz:
- YEEEY, já posso voar e ajudar na entrega
dos presentes!
E assim se fez a entrega dos presentes na
Vila dos Brinquedos. Sabemos agora que com a união e o trabalho de equipa tudo
se torna mais fácil.
sábado, 17 de dezembro de 2016
Atividade 3- Ilha das Cores
A emissão de televisão que
decidimos escolher chama-se Ilha das Cores. Uma série televisiva infantil, mais
propriamente para crianças em idade pré-escolar, entre os 2 e os 6 anos,
transmitida na RTP 2 desde 7 de Maio de 2007. Em 2009 foi lançada uma nova
temporada em que houve algumas alterações a nível de elenco, sendo que
atualmente já não é exibida. A Ilha das Cores é uma coletânea de 80 episódios
com cerca de 25 minutos cada. Todos os episódios são compostos por imagens reais, desenhos animados e bonecos manipulados,
permitindo de forma divertida, e em contacto com a realidade diversas
aprendizagens adequadas às necessidades em idade pré-escolar. Essas mesmas
aprendizagens são transmitidas através de músicas, atividades e episódios com
muita cor, paisagens e vocabulário adequado à idade das crianças. A Ilha das
Cores tinha 2 emissões no período da manhã (às 08:00h e às 12:15h), uma à
tarde (16h) e uma emissão à noite (19:30h).
As nossas atividades são
referentes a alguns desses episódios que foram transmitidos pela RTP 2 na Ilha
das Cores. Mais especificamente, eram uma coletânea de episódios em que em cada
um deles tratava uma letra do abecedário através de desenhos, frases, contando
uma história ou utilizando vocabulário com essa mesma letra (Exemplo com a
letra V: “A Vanda e o Vasco foram passear ao Vale Verde, para ver as vacas, ao
pé de um campo de violetas e encontraram um ninho de vespas” …). Estes pequenos episódios com as letras do
abecedário eram bastante pedagógicos e permitiam desenvolver diversos
ensinamentos para a aprendizagem da Língua Portuguesa. Pois, para além de
retratar as letras, trabalha também os diferentes sons que estas podem ter ao dizerem
diversas palavras, termos ou expressões com cada uma das letras do abecedário.
Promovem o conhecimento de diverso vocabulário do dia-a-dia, a escrita é também
um conteúdo da língua portuguesa que se pode desenvolver nestes episódios, uma
vez que todas as palavras começadas pela letra que o episódio pretendia
trabalhar apareciam escritas, trabalhando assim, para os mais crescidos, a
leitura. Ou seja, estes episódios permitem às crianças de pré-escolar, mas
sobretudo, do 1º e 2º ano o conhecimento das letras, dos sons das letras, de vocabulário e uma aprendizagem da
escrita e da leitura de palavras, de uma forma mais lúdica e divertida.
Atividades para o 1º ano
Atividade Oral:
Para a atividade oral pensámos em fazer um
jogo de mimica em que existiam cartões com as letras do abecedário (uma letra
em cada cartão) e um par de crianças de cada vez ia representar a letra. Isto
é, uma criança tirava um cartão com a letra D, sendo que não podia ver qual
era, e a outra teria que imitar alguém ou alguma coisa cujo nome começasse pela
letra D e assim a primeira criança poderia adivinhar qual era a letra em jogo.
Este jogo tem como objetivo trabalhar a aprendizagem das letras através de uma
atividade lúdica e divertida, de modo a cativar as crianças.
Atividade Escrita:
Após o visionamento de um dos episódios, a
atividade seria referente à letra desse mesmo episódio e, neste caso destinada
a crianças de 1º e 2º ano. A atividade consiste na realização de uma pequena e
simples ficha com exercícios para a letra apresentada no episódio. O primeiro
exercício colocávamos várias imagens com as palavras escritas em baixo e as
crianças teriam que circular as que correspondiam à letra do episódio visionado
(Exemplo com letra S: Sapo, Cavalo, qual destas palavras é com a letra S e
aparece no episódio?). O segundo exercício colocávamos uma imagem com a legenda
em que eles tinham que escrever a letra que faltava que seria a retratada no
episódio (Exemplo com a letra B: colocava-se a imagem de uma banana e a legenda
seria _ANANA; imagem de um bombeiro e a legenda seria _OM_EIRO). No último
exercício colocávamos várias bolas com várias letras e as crianças teriam que
formar uma palavra iniciada com a letra do episódio (Exemplo P: a, p, o, e, t,
b, m com estas letras a palavra seria pato; o, i, p, s, m, a, t, com estas
letras a palavra seria pai).
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Reflexão nº2: Segurança na Internet (Joana Inácio)
A evolução da Internet, das
tecnologias de informação e comunicação e de dispositivos ligados à Internet
está a aumentar de dia para dia, permitindo inúmeras vantagens, mas também traz
riscos associados aos mesmos, sobretudo, a nível de segurança e os cuidados a
ter com a sua utilização.
Com a leitura dos diversos textos
de imprensa sugeridos pelo professor, apercebo-me que existem inúmeras falhas
de segurança na Internet, falhas essas que nos expõem e que por mais que
tentemos controlar torna-se quase impossível. No entanto, tal como é referido
no texto “O surfista e a onda: fraude na
internet” de Paulo Vasconcelos, muitas dessas falhas ou ameaças de
segurança quem as comete somos nós, ao termos determinadas práticas, e não os hackers, os piratas informáticos ou
“organizações criminosas”. Somos nós que devemos ter em atenção ao que
publicamos, os dados que expomos ou facultamos, os sites ou links em que entramos, a forma como nos expomos, através
de, por exemplo, fotografias. É certo que, tal como é referido no texto de
imprensa “Não são apenas as celebridades
que estão a nu na internet” de Vítor Belanciano, ninguém tem o direito de
violar a privacidade, seja de quem for, mas, a meu ver, devemos adotar certos
cuidado, de forma a fazer frente aos riscos e à falta de segurança existente,
como o não publicar
fotografias e/ou vídeos comprometedores, a “entrega
de dados e, consequentemente, a partilha de informação relevante a propósito de
cada um” (Vasconcelos,
Paulo; 2016).
O acesso e a venda de dados com
informação relevante e confidencial é cada vez mais comum nos dias que
decorrem. Já para não falar da facilidade com que isto é feito pelos hackers, piratas informáticos, empresas
e/ou organizações. Não tinha noção que o mundo das tecnologias pudesse ser tão
perigoso, ou referindo-me, sobretudo, à segurança não imaginava que houvesse
tão pouca segurança ou tanta forma de a contrariar. Ou talvez, já todos
tenhamos alguma noção, “mas ainda não materializamos que estamos expostos mesmo
quando julgamos que estamos a ser discretos” (Vasconcelos, Paulo; 2016). Por
exemplo, tal como é mencionado no texto de Paulo Vasconcelos, os nossos smartphones para
além de telefones, são máquinas com grande capacidade de cálculo e de
comunicação que podem ser usados para atacar outros dispositivos; a câmara do nosso computador ou de um smartphone pode se tornar bastante
perigosa, ao captar tudo o que estamos a fazer; a televisão, que para nós é um
aparelho simples e sem perigos de segurança ao utilizarmos, pode também emitir
informação para fora; as nossas fotos, vídeos estão armazenados em locais
desconhecidos por nós. Tudo isto são elementos que, antes da leitura destes
documentos, considerava seguros e sem grandes vulnerabilidades de segurança.
Nunca tinha refletido muito acerca
da segurança na internet e os riscos associados com a sua utilização. Cada vez
mais, somos quase obrigados a aceder à Internet, a utilizar tecnologias da
informação e comunicação, a utilizar dispositivos que ganham conectividade, sem
termos muito a noção da quantidade de vulnerabilidades que estas apresentam,
face à segurança da sua utilização e a facilidade com que os hackers podem explorar todas essas vulnerabilidades
ao mesmo tempo. O que acontece é que todos nós utilizamos a Internet
acreditando que controlamos tudo, mas, o que é certo, é que cada vez se torna
mais difícil conseguir lutar contra a questão da insegurança, tal como é
mencionado por Paulo Vasconcelos.
Chego
à conclusão que, apesar de todos os benefícios e utilidades que a Internet nos
permite, é preciso ter em mente que “o mercado negro
de venda de falhas de segurança informática é, provavelmente, um dos mais
ativos e lucrativos do mundo” (Oliveira, Pedro Miguel; 2016), daí
adaptarmos determinadas práticas de modo a não por, tanto, em risco a nossa
segurança e privacidade. Tais como: “as melhores
práticas parecem ser, para além do bom senso e juízo na utilização da
tecnologia, a manutenção dos equipamentos o mais atualizados possível para que
falhas de segurança vão sendo reparadas” (Vasconcelos,
Paulo; 2016), não nos expormos com tanta facilidade seja através de
fotográficas, vídeos ou dados pessoais comprometedores.
Bibliografia
·
Belanciano,
V. (3 de Setembro de 2014). Não são apenas as celebridades que estão a nu
na internet. Obtido de Publico:
https://www.publico.pt/2014/09/03/culturaipsilon/noticia/nao-sao-apenas-as-celebridades-que-estao-a-nu-na-internet-1668563
·
Internet das Coisas tem muitos benefícios mas deve ser
usada com algum cuidado. (11 de Novembro de 2016). Obtido de SapoTEK:
http://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigo/internet_das_coisas_tem_muitos_beneficios_mas_deve_ser_usada_com_algum_cuidado-49539ust.html
·
Oliveira, P. M. (16 de Novembro de 2016). Quem vigia a
Internet de Todas as Coisas? Obtido de EXAME INFORMÁTICA:
http://exameinformatica.sapo.pt/opiniao/2016-11-16-Quem-vigia-a-Internet-de-Todas-as-Coisas-
·
Vasconcelos, P. (3 de Novembro de 2016). O surfista e a
onda: fraude na internet. Obtido de Visão:
http://visao.sapo.pt/opiniao/silnciodafraude/2016-11-03-O-surfista-e-a-onda-fraude-na-internet
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